Por Adaury Veloso
A empresa responsável pela administração das lojas oficiais do Sport Club do Recife em centros comerciais da Região Metropolitana está sendo alvo de denúncias por parte de funcionários e ex-funcionários. Segundo relatos recebidos pela reportagem, trabalhadores demitidos alegam que não receberam verbas rescisórias, depósitos de FGTS e outros direitos trabalhistas previstos em lei.
As denúncias apontam ainda para uma série de problemas administrativos que estariam comprometendo o funcionamento das unidades. Ex-funcionários afirmam que fornecedores deixaram de receber pagamentos e que, por esse motivo, houve interrupção no fornecimento de materiais e produtos essenciais para a operação das lojas.
A situação teria provocado um cenário de colapso em algumas unidades localizadas em shoppings, com prateleiras vazias, dificuldades de reposição de estoque e queda nas vendas. A crise preocupa torcedores e pessoas ligadas ao clube, que veem a operação comercial como uma importante fonte de arrecadação para o Sport.
Nos bastidores, cresce a cobrança para que a diretoria rubro-negra acompanhe de perto o caso e adote medidas urgentes para preservar a imagem do clube e garantir a continuidade das atividades comerciais. Além do impacto sobre os trabalhadores e fornecedores, a situação pode representar prejuízos financeiros significativos para o Sport, que deixa de potencializar receitas provenientes da venda de produtos oficiais.
Até o momento, não houve posicionamento público da empresa sobre as acusações. O espaço permanece aberto para manifestações e esclarecimentos das partes envolvidas.
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