Por Adaury Veloso
A gestão do presidente do Sport, Matheus Souto Maior, atravessa um momento de forte turbulência política e administrativa. Nos bastidores do clube, crescem os comentários sobre um possível racha na diretoria, cenário que vem sendo alimentado por saídas de integrantes considerados importantes para a atual administração.
Entre os nomes que deixaram a gestão recentemente estão Leonardo Cruz e Bruno Reis, além de outros colaboradores que participavam do projeto administrativo. As baixas têm gerado questionamentos entre conselheiros, sócios e torcedores sobre os rumos da chamada gestão “tampão”.
Fontes ligadas ao clube afirmam que há insatisfação interna com a condução da administração. Segundo relatos de bastidores, uma das principais críticas seria a falta de diálogo do atual presidente com membros da diretoria e setores estratégicos do Sport. O cenário tem provocado desgaste político e aumentado as cobranças externas por resultados e maior estabilidade institucional.
Nos corredores da Ilha do Retiro, há quem avalie que a atual gestão corre o risco de encerrar o mandato com níveis de desgaste semelhantes ou até superiores aos registrados durante a administração de Yuri Romão, período que também foi marcado por críticas e divergências internas.
Outro tema que movimenta os bastidores é a situação do vice-presidente Kadico. Há especulações de que ele poderá ser o próximo integrante a deixar a atual gestão, embora, até o momento, não exista confirmação oficial por parte do clube.
Enquanto isso, a crise política segue repercutindo internamente e aumentando a pressão sobre a diretoria rubro-negra, que busca administrar as divergências em meio aos desafios esportivos e administrativos enfrentados pelo Sport nesta temporada.
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